Lilith


Ainda não se sabe se é uma pequena Lua, um asteróide ou um astro.
Só é visível quando faz conjunção com o Sol.
Considerada a força sexual dos homens tem vários mitos que tentam defini-la.
Lua Negra, Dama da Noite são referências à energia que emana.
Com a expressão sorridente e provocativa e cabelos que se transformam em serpentes, Lilith também apresenta asas.
Ao seu lado, figuras lunares: dois cães e duas corujas.
Na mitologia grega, encontraremos algumas divindades que recuperam ou fazem alusão a estas formas de Lilith, como por exemplo Hécate, a Lua Negra, com seu séquito de cães, e mesmo Palas Atena, que tem como símbolo a coruja, desta vez significando uma sabedoria feminina que foi domesticada e posta a serviço dos negócios públicos, da cidade e dos homens.

Algumas representações de Lilith também a fazem segurar o símbolo do signo da Balança, talvez como um sinal de que ela desestabiliza relacionamentos, ao mesmo tempo em que tem poder sobre eles.
Em algumas fontes antigas, especialmente ligadas ao judaísmo, Lilith tem a conotação da sensualidade perigosa.
Para os Assírios era o demônio.
Na Kabala se integra na décima sefiroh, Malkuth, que reina no submundo e na escuridão.
Na mitologia popular é Hecate, filha do sol.

A que conhecia a magia e envenenava os adversários levando-os à morte. Deusa dos ritos sombrios, conhecia as ervas alucinógenas e estava sempre rodeada de serpentes. Para os gregos era feiticeira, e lhe faziam oferendas em cemitérios e encruzilhadas. Deusa lunar que desceu virgem aos infernos, com isto significando a mulher liberada que não precisa de legitimar ligações.

No Mapa Astral representa um problema, uma fatalidade. A desarmonia que Lilith gera tem o propósito de aumentar a criatividade da pessoa, desapegando-a de valores e preconceitos para exprimir seus talentos. Sinônimo de liberação.